Senador destaca recordes do Polo Industrial e segurança jurídica garantida na reforma tributária
Ao celebrar os 59 anos da Superintendência da Zona Franca de Manaus, a Suframa, o senador Eduardo Braga destacou a relevância histórica da autarquia e a importância estratégica da Zona Franca de Manaus para o desenvolvimento socioeconômico da Amazônia.
Instituídas pelo Decreto-Lei nº 288, de 1967, a Zona Franca e a Suframa consolidaram-se como pilares de integração nacional, geração de empregos e preservação ambiental.
“A criação da Zona Franca de Manaus não foi apenas uma política econômica. Foi um gesto de soberania, de integração nacional e de compromisso com o desenvolvimento sustentável da nossa região”.
Em 2025, o Polo Industrial de Manaus alcançou o maior faturamento de sua história, com R$ 227,67 bilhões, além de registrar média superior a 131 mil empregos diretos, números que reforçam a vitalidade e a competitividade do modelo.
Para Eduardo Braga, o desempenho recorde reflete estabilidade institucional, segurança jurídica e a confiança dos investidores na continuidade das regras que sustentam o projeto.

Como relator da reforma tributária no Senado, o parlamentar atuou para assegurar a preservação plena da Zona Franca no novo sistema tributário, garantindo neutralidade fiscal, mecanismos de compensação e proteção constitucional dos incentivos até 2073.
A reforma também assegurou a manutenção do princípio da equivalência competitiva, garantindo que, mesmo com a transição para os novos impostos, o diferencial competitivo dos produtos fabricados em Manaus permaneça protegido.
“O investidor precisa de previsibilidade. A indústria precisa de segurança jurídica. E o trabalhador precisa da garantia de que seu emprego não será ameaçado por mudanças repentinas nas regras do jogo. A reforma tributária consolidou essa segurança”.
Nos últimos meses, o Conselho de Administração da Suframa aprovou novos projetos industriais que representam bilhões em investimentos e milhares de empregos, ampliando a base produtiva e fortalecendo a economia regional.
Braga ressaltou ainda que a Zona Franca de Manaus é uma política estratégica de Estado, capaz de reduzir desigualdades regionais, estimular inovação tecnológica e contribuir para a preservação de 98% da cobertura florestal do Amazonas.
“Quando há emprego e desenvolvimento na Amazônia, há também floresta preservada. Desenvolvimento sustentável não é discurso, é política pública bem estruturada”.
Ao reafirmar seu compromisso com o modelo, Eduardo Braga destacou que continuará atuando em parceria com a Suframa, o setor produtivo e as instituições federais para garantir competitividade, segurança jurídica e crescimento sustentável.
“A Zona Franca é desenvolvimento, é soberania econômica e é proteção ambiental. E continuará sendo prioridade absoluta do meu mandato”.