Publicidade
window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

A jovem espanhola que acusa o jogador brasileiro Daniel Alves de estuprá-la na boate Sutton, em Barcelona, ​​em dezembro do ano passado, entrou com um recurso no qual se recusa a ser examinada por psicólogo particular, como foi proposto pela defesa do lateral-direito, para determinar se sua versão e seus sintomas “são consistentes com agressão sexual”.

No entanto, a advogada da jovem, Esther García, considera que a exploração realizada pelo legista é suficiente. Com isso, ela interpôs recurso contra a decisão do juiz de permitir a perícia proposta pela defesa do jogador, segundo fontes judiciais informadas à agência de notícias internacional EFE.

A avaliação psicológica da vítima, exame essencial nos casos de agressão sexual para determinar se o que ela relatou e os sintomas que apresenta são compatíveis com ter sofrido um estupro, continua suspensa por enquanto e aguarda o parecer do juiz.

O Ministério Público e os representantes da vítima se opuseram à gravação do exame psicológico, pois consideraram o recurso “insólito” na esfera criminal.

Daniel Alves é acusado de agressão sexual em uma festa de fim de ano, na boate “Sutton”, em Barcelona. Por conta de depoimentos contraditórios para as autoridades, a existência de laudos médicos e imagens de segurança que provam o encontro dos dois, a juíza espanhola decretou a prisão preventiva do atleta. O ex-lateral da seleção brasileira se encontra em uma cela privativa no presídio espanhol Brians 2.

Fonte: R7

Share.

Comments are closed.

Exit mobile version