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São Paulo – Faca, pedaço de tesoura, celular, máscaras, desenhos, balaclava e luvas foram alguns dos objetos que polícia encontrou com o adolescente – e na casa dele – que matou uma professora e deixou outras quatro pessoas feridas após ataque à Escola Estadual Thomázia Montoro, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo.

O agressor, de 13 anos, foi apreendido pela Polícia Militar de SP ainda no pátio da escola. Também foram apreendidas uma arma de airsoft e um videogame.

Professoras agiram rapidamente e conseguiram evitar que o estudante fizesse mais vítimas. A professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, foi um dos alvos do aluno, que desferiu mais de 10 facadas contras ela, na manhã desta segunda-feira (27/3).

Ela não resistiu aos ferimentos e morreu. Um aluno foi esfaqueado no braço ao tentar defendê-la, mas passa bem. O estado das demais vítimas não foi informado. Outro aluno foi levado ao hospital em estado de choque, mas sem ferimentos.

Após ser apreendido, o adolescente foi levado para o 34º DP, em Vila Sônia, que investiga o caso. Os pais dele foram chamados e prestaram depoimento. O material apreendido será analisado pela perícia.

O agressor usou uma máscara de caveira semelhante à de dois assassinos no ataque à Escola Raul Brasil, em 2019, que ficou conhecido como Massacre de Suzano.

Briga na semana passada

Maria José Fernandes, mãe de uma aluna de 13 anos, disse que o adolescente apreendido pelo ataque na instituição de ensino tinha brigado na semana passada com outro jovem.

Outro estudante contou que a briga da semana passada teria começado por causa de xingamentos racistas feitos pelo autor das facadas a outro aluno. A professora morta teria interferido na briga, o que contrariou o agressor.

O aluno xingado de “macaco” na semana passada pelo autor das facadas não teria ido à escola nesta segunda-feira.

O governo estadual lamentou “profundamente” o caso, acrescentando se solidarizar com as famílias dos professores e estudantes vitimados no ataque feito pelo aluno do 8º ano. Os titulares das pastas da Educação e da Segurança Pública foram à escola para “prestar apoio”, afirma nota.

Fonte: Metrópoles

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