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O Parlamento da Uganda aprovou uma lei que criminaliza pessoas identificadas como LGBT+, com possibilidade de prisão perpétua e até pena de morte. A legislação é uma das mais duras do mundo e torna crime a mera identificação dos cidadãos como gay, lésbica, bissexual, transgênero, queer, intersex, entre outros. O projeto também mira o que considera ser promoção da homossexualidade, e tudo o que incentivar e conspirar relações do mesmo sexo. A pena de morte pode ser aplicada para casos envolvendo atos sexuais cometidos sem consentimento ou sob coação, contra crianças, pessoas com deficiência mental ou física. O país do leste africano é conhecido por ser altamente conservador e religioso, e já condenava a relação entre pessoas do mesmo sexo com prisão. O legislador que apresentou o Projeto de Lei disse que a medida visa proteger os valores legais, religiosos e familiares tradicionais. Nesta quarta-feira (22), o Chefe de Direitos Humanos da ONU, Volker Turk, pediu para o presidente de Uganda não assinar a lei, classificando o texto como chocante e draconiano. E disse que ela pode dar carta branca para a violação sistêmica dos direitos humanos. De acordo com a ONG Human Rights Watch, o sentimento anti-LGBT+ está profundamente enraizado na nação.

fonte: uol

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