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O Twitter anunciou que vai começar a desativar o selo azul de contas que foram verificadas antes da compra da empresa pelo bilionário Elon Musk. A retirada está programada para começar no dia 1º de abril, e os que possuem o selo hoje (sejam personalidades ou empresas) começaram a receber mensagens com a opção de pagar o Twitter Blue, o plano de assinaturas pagas da plataforma.

A medida, agora oficial, tuítes anteriores de Elon Musk, que critica a verificação “legada” da rede social desde que se tornou dono dela. O bilionário já havia dito que “não há escolha a não ser remover o Blue herdado nos próximos meses”.

O tuíte que fez o anúncio carece de clareza, mas dá a entender que indivíduos precisarão se inscrever no programa Twitter Blue, enquanto as empresas vão precisar aderir ao Verified Organizations (Organizações Verificadas).

Os preços não são baratos. O Blue custa R$ 440, quando pago anualmente,  ou R$ 42 mensais, caso pago mês a mês, num total de R$ 504. Já o plano empresarial custa US$ 1.000, com adicional de US$ 50 por cada conta adicional da organização — o valor é para os Estados Unidos, mas pode variar para cada região.

Orgãos oficias e governamentais podem se inscrever para ganhar o selo cinza que, até o momomento, não está inserido em planos de assinatura. Uma explicação de todos os selos da rede social pode ser lido na Central de Ajuda.

O site The Verge especula que a medida pode ser uma forma de Elon Musk atingir organizações de mídia e jornalistas — um setor que o bilionário já deixou claro não gostar muito. Anteriormente, a plataforma passou a responder qualquer email de solicitação de imprensa com um emoji de cocô.

Mas a medida pode também resvalar na confiabilidade da própria plataforma junto a anunciantes. Em novembro, após a empresa liberar o selo azul para qualquer conta que pagasse, houve um aumento gigantesco de perfis falsos de empresas que espalharam fake news na rede, o que fez Musk reverter o programa Twitter Blue temporariamente.

Fonte: R7

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