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A regularização dos flutuantes da orla do Tarumã-açu, zona Oeste de Manaus, foi tema da reunião entre a deputada estadual professora Therezinha Ruiz (PSDB), Marinha do Brasil e demais entidades e instituições que compõem o grupo de trabalho responsável por debater e criar políticas públicas que norteiem o uso do espelho d’água naquela área.

“ Debatemos a situação do nosso rio, a quantidade de flutuantes estabelecidos naquela e também meios para regularizá-los, sempre dentro dos preceitos da preservação ambiental. Esta é uma luta desde o ano de 2019, continuamos trabalhando para fazer a regularização possível e cuidar das águas do nosso Amazonas”.

Durante a reunião, uma roda de conversa debateu os temas já discutidos em outras reuniões e foi sugerido que o GT faça um requerimento de indicação solicitando um estudo técnico para modificações na Norma 11, à Marinha do Brasil, que estabelece procedimentos para padronizar a solicitação de parecer para a realização de obras sobre e às margens das Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), no que concerne ao ordenamento do espaço aquaviário e à segurança da navegação.

Palestra

O tenente da Marinha, Fábio Luiz Cavalcante, participou do encontro proferindo uma palestra sobre a regularização da atividade.

“Temos que estabelecer a capacidade de suporte dos
recursos hídricos, para saber o quanto o Rio Negro suporta de estrutura flutuante, sob o aspecto ambiental e de segurança da navegação. O Plano de Bacias vai gerir isso: vai dizer que só cabem 100 flutuantes, 200 flutuantes. Então, esse tipo de estudo é importante para que o projeto identifique quais são as capacidades de suporte dos rios e das áreas aquaviárias”, disse o Chefe do Departamento de Segurança do Tráfego Aquaviário da Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental.

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