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No domingo, o campo magnético da Terra foi atingido por uma corrente de vento solar que atingiu velocidades de mais de 600 quilómetros por segundo. O fenómeno não é alarmante nem raro – as tempestades solares são regulares e geralmente atingem o nosso planeta provocando auroras espetaculares. Mas desta vez os astrónomos não estavam à espera.

Os ventos solares acontecem quando um fluxo de partículas e plasma não são retidas pela gravidade do Sol e irrompem em direção à Terra. O astro-rei é ainda um desconhecido para nós, mas os cientistas acreditam que essas emissões venham de grandes manchas brilhantes no Sol conhecidas como “buracos coronais”.

A partir das monitorizações, os cientistas são capazes de fazer “previsões” sobre o clima espacial. Conseguem antecipar quando as tempestades ou erupções solares, também conhecidas como ejeções de massa coronal (CME), estão a vir na nossa direção, e qual a sua potência.

No domingo, o Deep Space Climate Observatory da NASA (DSCOVR) detetou leves fluxos de vento solar que aumentaram significativamente ao longo do dia de forma inesperada.

Segundo o site Space Weather, desta vez o fenómeno apanhou os especialistas de surpresa.

O fotógrafo Ruslan Merzlyakov conta que já se estava a preparar para ir dormir quando a tempestade começou e correu para a praia de Nykøbing Mors para fotografar as primeiras auroras na Dinamarca em cinco anos.

Um pouco por todo o hemisfério Norte foram registadas lindas imagens, desde o Canadá até bem a sul nos EUA, na Pensilvânia, onde Sujay Singh fotografou “red auroras” e “STEVE”. Foram também avistadas auroras em Montana e nos Dakotas.

Fenómeno não é raro, mas é sempre espectacular
Uma tempestade geomagnética ocorre quando os ventos solares penetram no ambiente espacial ao redor da Terra.

Estes eventos são causados por erupções na superfície do Sol e podem fazer com que partículas sejam projetadas até à Terra, onde causam uma tempestade magnética.

As tempestades são responsáveis pelas espetaculares auroras boreal, mas também podem interromper as telecomunicações, dependendo da intensidade.

Sonda Solar Orbiter capta erupção solar gigante
O Full Sun Imager do Extreme Ultraviolet Imager a bordo da sonda Solar Orbiter da ESA/NASA captou uma erupção solar gigante a 15 de fevereiro de 2022.

As proeminências solares são grandes estruturas de linhas de campo magnético emaranhadas que mantêm densas concentrações de plasma solar suspensas acima da superfície do Sol e muitas vezes assumem a forma de arcos.

Esta é a maior erupção de proeminência solar alguma vez observada e captada numa única imagem com o disco solar completo.

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