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Mais de 200 pessoas ficaram feridas e as equipes de emergência seguem com as operações para retirar os corpos dos escombros.

Subiu para 95 o número de mortos em um atentado em uma mesquita no Paquistão, que aconteceu na segunda-feira, 30. Mais de 200 pessoas ficaram feridas. As equipes de emergência seguem com as operações para retirar os corpos dos escombros. O ataque aconteceu durante as orações vespertinas na cidade de Peshawar, que fica perto da fronteira com o Afeganistão. O ministro chefe da província, Muhammad Azam Khan, confirmou que a explosão foi um atentado suicida e anunciou um balanço atualizado de 95 mortos e 221 feridos. Mais de 90% das vítimas eram policiais, informou o chefe de polícia da região, Muhammad Ijaz Khan. “Eu fiquei preso nos escombros com vários corpos em cima de mim por sete horas. Perdi a esperança de sobreviver”, disse o policial Wajahat Ali, de 23 anos, no hospital local. Nenhum grupo reivindicou o ataque, que aconteceu em um momento de escalada da violência no país.

Nos últimos meses, o Paquistão vivenciou um agravamento da situação de segurança, em particular desde que os talibãs retornaram ao poder no Afeganistão, em agosto de 2021. Após vários anos de relativa calma, o braço paquistanês dos talibãs, Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), o EI-K e grupos separatistas baluches voltaram a executar atentados. O quartel-general de Peshawar é uma das áreas mais protegidas da cidade, que também abriga unidades das agências de inteligência e de combate ao terrorismo. Várias províncias de todo o país aumentaram o nível de alerta após a explosão, com o reforço dos postos de controle e o envio de tropas adicionais. O ataque ocorreu no dia em que estava programada uma visita a Islamabad do presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed ben Zayed Al Nahyan. A viagem foi cancelada na última hora — oficialmente por causa das chuvas. O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o “repugnante” atentado, enquanto o secretário de Estado americano, Antony Blinken, expressou condolências pelo “ataque horroroso”.

Fonte: JP Notícias

 

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