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Professores da rede pública de educação do Amazonas mantêm a greve que começou na quarta-feira (17), em Manaus e no interior do estado. A categoria aguarda uma reunião com representantes do Governo do Estado para a tarde desta quinta-feira (18).

Na greve, os professores reivindicam o pagamento da data-base de 2023, que segundo eles, venceu no dia 1º de março.

Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) afirmou que 38 municípios do Amazonas aderiram à greve. A entidade informou, ainda, que há uma reunião confirmada para a tarde desta quinta-feira, às 15h, na sede da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Parintins

Na cidade de Parintins, a 372 da capital, os professores realizaram uma carreata na manhã desta quinta-feira (18), percorrendo as escolas estaduais Gentil Belém e Brandão de Amorim. A manifestação seguiu para a frente da Catedral de Nossa Senhora do Carmo, no Centro do município.

Um dos líderes da manifestação, o professor Gilciandro Andrade afirmou que a manifestação seguirá pela parte da tarde, em frente à Igreja Sagrado Coração de Jesus, que fica na Zona Oeste da cidade.

“Temos a expectativa de conscientizar e fazer um chamamento dos professores do turno matutino e vespertino das escolas aqui de Parintins. A luta é por uma causa justa, a nossa valorização do salário, nós não queremos aumento, nós queremos reposição inflacionária de 2022 e 2023. Nosso salário está defasado, vamos seguir na luta”, declarou.

Manacapuru

O protesto dos professores também seguiu na cidade de Manacapuru, a 93 km de Manaus. De acordo com os representantes da categoria, três escolas paralisaram 100% das atividades.

Também houve uma caminhada na cidade, nesta quinta.

Greve dos professores

Professores da rede pública estadual entraram em greve por tempo indeterminado no Amazonas, na manhã de quarta-feira (17). Com a paralisação, parte dos alunos do estado ficou sem aulas.

Reivindicações

A greve é liderada pelo Sinteam. De acordo com a entidade, a data-base 2023 dos trabalhadores da rede estadual venceu no dia 1º de março.

A instituição afirma, ainda, que a data-base de 2022 também está atrasada.

O Sinteam também pede reajuste nos valores do vale-alimentação e auxílio-localidade; revisão do Plano de Cargos Carreira e Remuneração; e manutenção do plano de saúde e extensão para os aposentados.

Segundo o sindicato, além dos servidores de Manaus, trabalhadores de pelo menos 16 municípios do Amazonas fizeram assembleia e decidiram aderir à greve. O sindicato destacou que a paralisação é por tempo indeterminado.

Fonte: G1 Amazonas
Foto: Divulgação

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