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O delegado Cícero Lima, da delegacia Regional de Matriz de Camaragibe, em Alagoas, informou nesta sexta-feira (24/3), que vai pedir a prisão preventiva da grávida que confessou ter matado o marido. Ela disse à polícia que era agredida por ele, mas entrou em contradição durante a coleta do depoimento.

O crime ocorreu na quarta-feira (22/3), mas a mulher só chamou a polícia no dia seguinte, quando confessou o fato. A grávida foi ouvida e liberada porque, de acordo com o delegado, não cabia mais o flagrante. Cícero Lima contou que as circunstâncias do caso não estão claras.

A morte ocorreu no Assentamento Boa Vista, interior de Alagoas. A mulher relatou que era agredida diariamente. Ela, que está grávida de quatro meses, morava com o marido, identificado como Denildo Xavier da Silva, 57 anos, e dois filhos, de 1 e 2 anos.

No dia do crime, segundo o depoimento da mulher, ela foi agredida e se defendeu. Então, teria asfixiado o marido e depois dado vários golpes em seu rosto com um nunchaku, arma de artes marciais, com a qual, segundo a mulher, era agredida constantemente pelo companheiro.

A causa da morte da vítima ainda não foi atestada pelo Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: GazetaWeb

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