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Um estudo brasileiro, conduzido por integrantes da Coalizão Covid-19 Brasil, mostra evidências de que medicamentos antivirais usados para o tratamento do HIV e da hepatite C não têm eficácia contra a infecção provocada pelo coronavírus. Os resultados foram publicados em 7 de março, na revista The Lancet: Regional Health – Americas.

Durante a pandemia da Covid-19, alguns remédios foram testados como alternativas “off label” para o tratamento da doença. Entre eles, estavam o atazanavir – originalmente aprovado no Brasil para pacientes com HIV –, o sofosbuvir e o daclatasvir, indicados para tratar hepatite C.

A pesquisa observou o uso dos medicamentos em 255 voluntários, que tiveram Covid entre fevereiro e agosto de 2021. O uso dos antivirais não levou a alterações significativas na inibição do vírus Sars-CoV-2 em pacientes internados, em comparação com um placebo, após dez dias de tratamento.

O estudo tinha três objetivos: o primeiro era comparar a ação dos medicamentos isoladamente com o uso do placebo na diminuição da carga viral. O segundo, avaliar se a combinação dessas drogas poderia melhorar os resultados. E por fim, testar a melhor opção das duas fases anteriores – isolado ou combinado – em comparação ao placebo para analisar o desfecho clínico dos pacientes.

No entanto, a pesquisa foi interrompida logo depois da conclusão da primeira fase, visto que nenhum dos três antivirais apresentou resultados melhores do que o placebo já no início do tratamento.

“Nenhuma redução significativa na carga viral foi observada com o uso de atazanavir, daclatasvir ou sofosbuvir/daclatasvir em comparação com placebo em pacientes hospitalizados com Covid-19 que precisam de suporte de oxigênio com início dos sintomas nove dias ou menos”, escreveram os autores do estudo no artigo publicado.

A pesquisa contou com cientistas do Hospital Israelita Albert Einstein, Hcor, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP), Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet).

Fonte: Metrópoles

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