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Há quem acredite que beber um pouco na gravidez não faz mal ao bebê. Na verdade, é preciso diminuir a ingestão de bebida alcóolica para zero a fim de evitar a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF).

Para a médica obstetra Bruna Pitaluga, a importância de falar-se sobre a SAF é ainda maior quando estudos mostram que quase 50% das gestações não são planejadas. “Boa parte das gestações são diagnosticadas após três meses de gestação em curso. Além disso, dados epidemiológicos recentes mostram o aumento do consumo de álcool pelas mulheres nas últimas décadas”, destaca.

Álcool na gravidez: o que é a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF)

A Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) é um conjunto de condições físicas, comportamentais e cognitivas que podem afetar um indivíduo quando a mãe consome ou consumiu álcool durante a gravidez. O álcool atravessa a placenta e pode prejudicar o desenvolvimento geral do feto, levando a uma série de problemas graves e por vezes irreversíveis à saúde da criança, afirma o médico Mauro Macedo, membro da Academia Brasileira de Odontologia (ABO).

O consumo de álcool pelas gestantes, principalmente no primeiro trimestre da gravidez, que é o período mais crítico do desenvolvimento gestacional, interfere no desenvolvimento dos órgãos e até mesmo do cérebro do feto levando a deficiências cognitivas, comportamentais e físicas no futuro bebê.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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