Publicidade
window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

O direito de veto da Rússia no Conselho de Segurança da ONU é um instrumento jurídico “legítimo” dos cinco membros permanentes do órgão, afirmou, nesta quarta-feira, 20, o ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov. “O recurso do direito ao veto é uma ferramenta legítima estipulada na Carta das Nações Unidas”, disse o chefe da diplomacia russa no Conselho de Segurança, depois que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu que o poder de veto da Rússia na instituição fosse retirado. Devido ao mandado de prisão expedido contra o presidente russo Vladimir Putin pelo Tribunal Penal Internacional, Lavrov tem representado o país em viagens internacionais.

Zelensky afirmou na ONU que a invasão de Moscou ao seu país foi “criminosa”, por isso pediu que seja suspenso seu direito de veto. Vestindo o uniforme militar, que virou sua marca registrada, o líder ucraniano se sentou no mesmo recinto da ONU que o representante russo, que demonstrou mais interesse por seu celular. Foi a primeira vez que ambos estiveram no mesmo local desde fevereiro de 2022, quando a Rússia iniciou sua operação militar na Ucrânia. “A maior parte do mundo reconhece a verdade sobre esta guerra. É uma agressão criminosa e não provocada da Rússia contra nossa nação com o objetivo de se apoderar do território e dos recursos da Ucrânia”, declarou Volodymyr Zelensky.

Fonte: JP Notícias
Foto: Reprodução

Share.

Comments are closed.

Exit mobile version