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Em uma entrevista exclusiva concedida à revista VEJA, o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro abordaram uma série de acusações às quais têm sido submetidos. Ao longo de três horas de conversa, o casal negou qualquer intenção de manter joias e outros bens recebidos durante o mandato presidencial, além de afirmar que estão sendo alvo de perseguição por parte do atual governo.

Michelle decidiu romper o silêncio e falou sobre sua relação com o ex-ajudante de ordens Mauro Cid. Ela conta como soube sobre as joias recebidas dos Emirados Árabes e refutou as acusações feitas por Janja Silva, sua sucessora como primeira-dama.

No início do ano, Janja afirmou ter encontrado uma série de problemas no Palácio da Alvorada, como janelas quebradas, tapetes rasgados e até mesmo o desaparecimento de imóveis. Em resposta, Michelle afirmou que é de conhecimento geral que o palácio está desgastado e malconservado, condição que já existia quando eles assumiram a residência. A família Bolsonaro optou por remover os móveis do local, garantindo que todos estão armazenados em um depósito da Presidência, e decorar o palácio com os bens que adornavam sua residência no Rio de Janeiro.

Por outro lado, os novos moradores do Palácio realizaram compras no valor de quase R$ 400 mil, utilizando recursos públicos, para renovar a decoração do local. Michelle ressaltou que isso serviu como pretexto para comprar móveis sem a necessidade de licitação. Ela também mencionou as aquisições feitas por Janja, sendo que somente o sofá novo custou R$ 65 mil. Michelle afirmou: “Foi alegado que eu roubei os móveis. Eu não fiz isso”.

A ex-primeira-dama acrescentou que o casal chegou a oferecer a Granja do Torto como opção para Lula e Janja durante o período de transição, mas eles não aceitaram. “Optaram por ficar em um hotel, pois pregam aquilo que não vivem. Pregam o socialismo, mas desfrutam dos luxos que o capitalismo oferece. É contraditório. Se querem pregar isso, tudo bem. Mas vivam de acordo com suas crenças”, ironizou Michelle.

Ela também revelou que Lula e Janja empreenderam uma verdadeira cruzada contra os funcionários do Palácio da Alvorada, mantendo apenas três que haviam trabalhado na gestão anterior. Michelle informou que o administrador do local foi expulso e chegou a ser escoltado pela Polícia Federal.

“O Lula perseguiu funcionários de 20 anos que ganhavam 1.300 reais, que serviram inclusive o governo dele. Qual a necessidade dessa maldade? Vários funcionários que estavam comigo vieram do governo dele, serviram o Temer. A gente viu que eram pessoas apartidárias e que estavam ali pelo trabalho”, emendou.

Fonte: Conexão Política
Foto: Reprodução

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