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Estado de São Paulo lidera recusa a responder pesquisa, enquanto a Paraíba tem menor índice de negação.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) trabalha para reduzir a taxa de recusa ao Censo Demográfico 2022 para poder apresentar os números definitivos no mês de abril deste de 2023. Após seis meses de trabalho, colhendo dados, a taxa média de recusa para responder às perguntas é de 2,43%. O Estado de São Paulo lidera o ranking, com o percentual de recusa de 4,49%, o que equivale a cerca de 720 mil domicílios em que os moradores se recusaram a responder os questionamentos do IBGE. Mato Grosso é o segundo Estado com maior percentual de recusa no país, 3,38%; seguido pelo Rio de Janeiro, com 3,21%. Já os Estados do Rio Grande do Norte e Piauí estão entre aqueles que possuem menor taxa de recusa, 1,04% em ambos, seguido pelo Amazonas, com 1,02%, e a Paraíba, com 0,98%. A Paraíba se destaca pela menor recusa em responder o Censo. Entre as capitais, a cidade de São Paulo é que apresenta a maior taxa de recusa para responder as perguntas do Censo do IBGE.: 7,1%. O bairro da Consolação, no centro do município, tem a maior taxa entre os bairros: 33,85%. As cidades de Cuiabá, com 4,3%; Fortaleza, 4,2%; e Vitória, 4,1% vêm logo na sequência entre as capitais com as maiores taxas de recusa da população em responder os questionamentos do Censo 2022.

Até o 31 de janeiro foram recenseados 185. 827.709 pessoas em 65.657.740 domicílios. Isso representa cerca de 89,45% da população total do Brasil, de acordo com o resultado prévio do principal levantamento estatístico do país. A expectativa inicial era de que o Censo fosse divulgado em outubro do ano passado. O novo planejamento prevê, nos próximo dois meses, fazer o processo de revisão, controle de qualidade e apuração dos dados. O novo prazo para divulgação dos dados finalizados é abril deste ano.

Fonte: JP Notícias

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