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Itacoatiara (AM) – Um empresário de 54 anos, proprietário de uma rede de supermercados, foi preso preventivamente nesta quinta-feira (30/04) suspeito de cometer estupro qualificado e importunação sexual contra pelo menos cinco funcionárias. A prisão foi efetuada pela Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Itacoatiara.

Abuso de poder e câmeras desligadas

As investigações, coordenadas pela delegada Renata Viana, revelaram um padrão perverso de comportamento. O empresário aproveitava sua posição de superior hierárquico para atrair as vítimas até seu escritório. No local, ele desligava as câmeras de segurança antes de cometer os abusos.

O caso veio à tona em fevereiro, quando uma funcionária denunciou que, após meses sofrendo importunação com toques indesejados e comentários humilhantes na frente de colegas, foi forçada pelo patrão a um contato físico violento. No dia 10 de fevereiro, o homem teria usado força física para beijar a vítima contra sua vontade dentro da sala comercial, ato que tipificou o estupro.

Padrão de vítimas e coação

Após a primeira denúncia, a Polícia Civil identificou outras quatro mulheres que trabalhavam no estabelecimento e relatavam o mesmo modus operandi. Segundo os depoimentos, o empresário agia com deboche e ofensas quando as vítimas pediam para ele parar.

“Todas afirmam de forma categórica que ele adotava um padrão de comportamento, aproveitando-se da posição de superior para cometer os abusos no escritório”, informou a delegada.

Além dos crimes sexuais, ficou comprovado que o investigado utilizava o cargo para intimidar as colaboradoras, gerando o risco real de coação de testemunhas caso permanecesse em liberdade.

Prisão Preventiva

O homem já havia sido preso temporariamente no dia 1º de abril. Contudo, diante da gravidade dos novos relatos e da quantidade de vítimas identificadas, a Justiça converteu a prisão em preventiva nesta quinta-feira.

O empresário agora responderá pelos crimes de estupro qualificado e importunação sexual. Ele passará pelos trâmites legais e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

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