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A Polícia Civil de Sorocaba, no interior de São Paulo, investiga Elize Matsunaga por apresentar um atestado de antecedentes criminais falsificado. A apuração começou após uma denúncia anônima.

Uma perícia comprovou a fraude, o que provocou a abertura de um inquérito policial. Com o aval da Justiça, os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão num imóvel ligado a Elize em Sorocaba.

Enquanto reviravam o local, os policiais acharam um notebook, que foi apreendido, assim como o celular da suspeita. Elize saiu de Franca (SP), onde trabalha como motorista de aplicativo, e foi levada a uma delegacia em Sorocaba na manhã de segunda-feira (27).

Em nota, a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo) confirmou a informação.

Elize foi levada à delegacia na companhia de seu advogado, e ambos negaram o crime.

O defensor de Elize, Luciano Santoro, afirmou que ela não teria motivo para fazer isso, “já que seu processo não transitou em julgado e Elize poderia ter a certidão de antecedentes sem apontamentos”, mencionou.

Após horas na delegacia, a mulher, condenada por matar e esquartejar o marido e herdeiro da indústria alimentícia Yoki, foi liberada.

Veja a nota da SSP na íntegra

“A Polícia Civil de Sorocaba, por meio do 8º DP, realizou na manhã de segunda-feira (27) uma operação denominada Nada Consta, para verificar denúncia anônima sobre falsificação de documentos. Durante diligências, a polícia identificou que uma regressa do sistema prisional estava utilizando um atestado de antecedentes criminais falsificados.

A irregularidade foi comprovada após exames periciais, que resultaram na instauração de inquérito policial e, mediante ordem judicial, dado cumprimento a um mandado de busca e apreensão. A autora foi levada à delegacia, onde foi ouvida na companhia de seu advogado e formalmente indiciada pelo crime de uso de documento falso. Um notebook e o aparelho celular da indiciada foram apreendidos e periciados.”

Vida como motorista de aplicativo

Em liberdade condicional desde maio de 2022, Elize Matsunaga comprou um apartamento em Franca, no interior de São Paulo, e trabalha como motorista de aplicativo na região.

Ela trabalha em três plataformas e, ao menos em uma delas, o aplicativo Maxim, confirmou que ela é “bem avaliada”. Além disso, passageiros também afirmaram que Elize “é muito respeitosa” e, depois de cumprir pena pelo assassinato do marido, merece “conseguir trabalhar dignamente”.

Fonte: R7

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