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Os casos de Covid-19 voltaram a crescer em todo o mundo. O aumento é explicado, em parte, pela circulação da variante EG.5 do coronavírus, responsável por 20,6% dos casos da doença nos Estados Unidos no final da terceira semana de agosto, segundo estimativas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). No Brasil, o primeiro caso relacionado à cepa foi notificado na última quinta-feira (17/8).

A EG.5, também conhecida como Eris, foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma variante de interesse, mas ainda não é vista por virologistas ou pela própria OMS como uma ameaça concreta à população. Até então, não foi comprovado se ela pode mudar a gravidade da doença.

No entanto, os primeiros relatórios mostram um alto poder de transmissão. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e tomar medidas para evitar a infecção.

Os casos de Covid-19 voltaram a crescer em todo o mundo. O aumento é explicado, em parte, pela circulação da variante EG.5 do coronavírus, responsável por 20,6% dos casos da doença nos Estados Unidos no final da terceira semana de agosto, segundo estimativas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). No Brasil, o primeiro caso relacionado à cepa foi notificado na última quinta-feira (17/8).

A EG.5, também conhecida como Eris, foi classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma variante de interesse, mas ainda não é vista por virologistas ou pela própria OMS como uma ameaça concreta à população. Até então, não foi comprovado se ela pode mudar a gravidade da doença.

No entanto, os primeiros relatórios mostram um alto poder de transmissão. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas e tomar medidas para evitar a infecção.

Sintomas da EG.5

A EG.5 afeta principalmente o trato respiratório superior, causando coriza, dor de garganta e outros sintomas semelhantes aos de um resfriado — como foi observado em outras linhagens da Ômicron. Os pacientes também relatam dor de cabeça e fadiga, segundo o ZOE Health Study, uma pesquisa em saúde realizada no Reino Unido por meio de um aplicativo de celular.

“Observamos sintomas leves, de um resfriado comum”, afirma a infectologista Maria Aparecida Teixeira, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF).

Assim como aconteceu com as outras variantes, os idosos e as pessoas com sistema imunológico fragilizado correm maior risco de complicações após a infecção pelo coronavírus. Mas isso não significa que os demais indivíduos não sejam afetados.

Para garantir a melhor proteção ainda é importante estar em dia com as vacinas e higienizar as mãos, uma medida de grande impacto para interromper a transmissão de doenças infectocontagiosas.

“O ideal é que as pessoas fiquem mais reclusas enquanto estiverem sintomáticas. Os mais idosos e em situação de maior vulnerabilidade, com doenças que deprimem o sistema imunológico, precisam ter um cuidado adicional usando máscaras quando estiverem em locais de grande circulação de pessoas”, explica a infectologista.

Testagem e isolamento

A testagem do coronavírus se tornou cada vez menos frequente à medida que os picos de novos casos e mortes passaram. Mas especialistas alertam que ela é fundamental para rastrear o comportamento do vírus – entender onde ele está e quantos indivíduos estão infectados é essencial para controlar a transmissão.

“Precisamos testar para sabermos contra o que estamos lutando. A recomendação é que as pessoas testem ao apresentarem sintomas e tomem as precauções para não disseminar a doença para os mais vulneráveis”, afirma Maria Aparecida.

O uso da máscara e o isolamento social continuam a ser indicados para qualquer pessoa que apresente sintomas gripais. “Ficar em casa quando se tem uma doença infectocontagiosa é uma recomendação de praxe, principalmente se tratando de uma suspeita de Covid-19”, esclarece a médica.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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