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A Arábia Saudita formalizou nesta segunda-feira (9/10) a sua candidatura para sediar a Copa do Mundo de 2034, em uma carta de intenção enviada à Fifa pela federação de futebol do país, que tem enormes chances de ser o escolhido para receber o evento em razão do formato incomum escolhido para a Copa do Mundo de 2030.

Daqui a sete anos, o evento terá Espanha, Portugal e Marrocos como países-sede, mas receberá jogos pontuais de abertura em Uruguai, Argentina e Paraguai.

A escolha inédita de distribuir partidas em três continentes diferentes levou a Fifa a costurar um acordo para que apenas membros das federações da Ásia e da Oceania apresentem candidaturas para sede de 2034.

As entidades dos demais continentes não poderão participar porque Europa, América do Sul e África serão palcos de jogos do Mundial na edição anterior, enquanto a América do Norte receberá a próxima Copa, em 2026, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.

De acordo com a carta enviada nesta segunda, a candidatura já tem o apoio de 70 das 211 federações filiadas à entidade máxima do futebol. O próprio presidente Gianni Infantino é um entusiasta da ideia, até porque tem estreitado os laços com Mohammed bin Salman, príncipe herdeiro e primeiro ministro saudita.

A Fifa informou, na semana passada, que o prazo para formalizar candidaturas para a Copa de 2034 terminará no dia 31 de outubro.

A Arábia Saudita pode ter de superar a concorrência da Austrália, que sinalizou interesse depois do sucesso da organização da Copa do Mundo Feminina deste ano em seu território, mas há pouco tempo para organizar a candidatura, dependente da aprovação do governo nacional.

Uma Copa na nação saudita seria mais uma vitória do grande projeto esportivo do país, atualmente dedicado ao uso estratégico e político do esporte para melhorar sua reputação no mundo, conduta conhecida como “sportwashing”.

O futebol de clubes da Arábia Saudita, por exemplo, recebeu forte investimento e hoje conta com estrelas como Neymar, do Al-Hilal, e Cristiano Ronaldo, do Al-Nassr, jogando em seus gramados.

Fonte: Metrópoles
Foto: Reprodução

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