Publicidade
window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

Advogados entraram com pedido para que STF revogasse prisão preventiva de Jairinho. Ministro Gilmar Mendes recusou o pedido.

O Supremo Tribunal Federal (STF) recusou novo pedido de liberdade feito pela defesa do ex-vereador do Rio Jairo de Souza Santos Júnior, o Jairinho. O ministro Gilmar Mendes negou um pedido de habeas corpus na última segunda-feira (23/1).

Os advogados de Jairinho solicitavam que a Suprema Corte estendesse o efeito da decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que revogou prisão preventiva e concedeu liberdade a Monique Medeiros, acusada pela morte do filho, Henry Borel. O STJ negou o pedido de habeas corpus feito por Jairinho em setembro do ano passado.

Gilmar Mendes justificou sua decisão argumentando que a situação de Monique é diferente. Na avaliação dele, a mãe de Henry, ao contrário de seu ex-marido, é acusada de crime omissiva (quando a pessoa não faz o que pode ou deve fazer), não de cometer o homicídio do filho.

“Embora podendo, teria deixado de agir para evitar as agressões ao filho menor e o consequente resultado morte”, disse o ministro, que concordou com a decisão do STJ.

Tanto Jairinho, quanto Monique respondem por torturar e matar Henry Borel, em 2021. Conforme laudos, a criança morreu por hemorragia interna e laceração hepática provocada por ação contundente.

 

 

Fonte: Metrópoles

Share.
Leave A Reply

Exit mobile version