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O ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump pediu que a Justiça norte-americana adie em quatro semanas o julgamento sobre a acusação de difamação contra a ex-colunista da revista Elle, E. Jean Carroll, que acusa o político de tê-la estuprado há décadas. A audiência está marcada para 25 de abril.

A defesa do ex-presidente alega que o recente indiciamento em um caso de suborno e suposto esquema de falsificação de registros, formalizado na terça-feira (4/4), pode influenciar os jurados, que teriam as acusações recentes “em mente” quando forem convocados devido à intensa cobertura da mídia.

“Com certeza, o presidente Trump é um assunto persistente na cobertura da mídia. Mas a situação atual é única porque, como afirmado acima, a cobertura recente refere-se a suposta má conduta sexual, a mesma questão que está no cerne deste litígio”, defendeu Joe Tacopina, advogado de Trump, no pedido enviado ao juiz Lewis Kaplan.

Na última semana, o republicano foi incluído no banco dos réus pelo suposto pagamento à atriz pornô Stormy Daniels em 2016. Segundo as investigações, o dinheiro seria utilizado para comprar o silêncio da intérprete de filmes adultos por um possível caso extraconjugal. Ele também teria falsificado registros para encobrir crimes de campanha, segundo o promotor do caso.

Trump se declarou inocente de todas as 34 acusações formais, contudo, se tornou o primeiro ex-presidente do país a enfrentar um processo criminal. O bilionário também nega ter estuprado Jean Carroll em uma loja de departamentos de Manhattan em meados dos anos 1990.

Carroll processou o suposto agressor por difamação pela primeira vez em 2019, depois que ele negou o estupro ao dizer que “ela não fazia o tipo dele”.  Trump também afirmou que ela fez a acusação apenas para aumentar as vendas e divulgação do livro que havia lançado.

Fonte: Metrópoles

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