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Presidente norte-americano disse ao New York Times que ofensiva continuará “até que todos os objetivos sejam alcançados”; ataques já provocaram mortes em diferentes países do Oriente Médio

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (2) que a ofensiva militar contra o Irã pode se estender por até quatro ou cinco semanas, caso seja necessário. A declaração foi dada em entrevista ao The New York Times.

Segundo Trump, o conflito “poderia durar até quatro ou cinco semanas, se necessário”. Ele também afirmou que “não seria difícil” para os Estados Unidos ou para Israel manterem as operações militares, mesmo diante da possibilidade de novas baixas norte-americanas.

Os ataques ao território iraniano ocorreram no último sábado (28), em uma ação coordenada entre Estados Unidos e Israel. Logo após a ofensiva, o presidente declarou que as operações seriam mantidas até que “todos os objetivos fossem concluídos”, sem detalhar quais seriam as metas de Washington ou de Tel Aviv.

“As operações de combate continuam neste momento com força total, e continuarão até que todos os nossos objetivos sejam alcançados. Temos objetivos muito fortes”, afirmou o presidente.

Escalada no Oriente Médio

A ofensiva conjunta resultou na morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, o que ampliou a tensão na região. Em resposta, o governo iraniano lançou ataques contra bases militares dos Estados Unidos instaladas em países do Oriente Médio.

De acordo com autoridades locais, os ataques retaliatórios do Irã atingiram ao menos nove países: Bahrein, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Iraque, Jordânia e Omã.

Nos Emirados Árabes Unidos, três pessoas morreram em decorrência da ofensiva iraniana. No Kuwait, uma morte foi confirmada. Já no Bahrein, destroços de um míssil interceptado causaram a morte de um trabalhador.

Ataques no Líbano

Em meio ao aumento das hostilidades, Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Líbano na manhã desta segunda-feira (2). A ação ocorreu após o Hezbollah reivindicar um ataque contra Israel no domingo (1º).

Após a retaliação norte-americana, autoridades libanesas afirmaram que também houve mortes no país, mas o número de vítimas ainda não foi oficialmente contabilizado.

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