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O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), vai investigar possíveis irregularidades na contratação direta de medicamentos, feitas pela gestão Emerson Mello (Podemos), na Prefeitura de Beruri, interior do Amazonas.

A Corte de Contas admitiu uma representação contra a Prefeitura de Beruri, após denúncias de irregularidades na contratação emergencial para aquisição de medicamentos, no valor de R$ 3,6 milhões de reais.

O valor excede o que seria apontado no processo nº 13012/2025 que seria de, pelo menos, R$ 1.030.774,50 (um milhão, trinta mil, setecentos e setenta e quatro reais e cinquenta centavos).

“Em função dos indícios de irregularidades praticadas nesse processo de contratação direta, notadamente o sobrepreço de, pelo menos, R$ 1.030.774,50, submete-se esta comunicação a este órgão de controle, a fim de aprofundar as investigações, corroborando os apontamentos aqui expostos, bem como evidenciando outros que porventura estejam ocultos”, diz o trecho do documento.

O prefeito Emerson Mello apesar de ser seu primeiro mandato à frente de Beruri, já é um velho conhecido dos órgãos de fiscalização como Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), Ministério Público do Amazonas (MP-AM) e Ministério Público de Contas (MPC).

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