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A estimativa é que pelo menos 50 mil pessoas tenham sido afetadas diretamente em Maceió

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Braskem, Omar Aziz (PSD-AM), reiterou nesta quinta-feira (22) que vai investigar a fundo a responsabilidade do colapso que atingiu cerca de 20% de Maceió-AL devido à extração de sal-gema. Com a participação de parlamentares do Alagoas na comissão, Omar disse esperar trazer uma resposta satisfatória para as mais de 50 mil pessoas afetadas na cidade.

“Não é em 2018 que começa o problema na exploração de sal-gema. Há indícios de impacto ambiental também em lagos da região. Maceió é uma cidade linda, turística, mas infelizmente 20% da cidade está comprometida com esses tremores”, recordou o senador.

A primeira reunião de onde saíram os encaminhamentos dos próximos passos da CPI, realizada na última quarta-feira (21), também foi marcada pela escolha do relator, o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Sobre a composição da CPI, Omar ressaltou que buscou uma neutralidade na sua indicação para a relatoria, mas isso não significa que parlamentares do Estado de Alagoas não poderão contribuir para os trabalhos da CPI.

“Temos membros da CPI que são de Alagoas, então o Estado está muito bem representado na comissão. Eles são membros, não estão sendo retirados da CPI da Braskem e vão ter voz garantida. Você não precisa ser do Estado necessariamente para investigar. E tenha certeza que vamos investigar a fundo”, completou Omar.

A cidade de Maceió enfrenta um problema de afundamento devido à atividade de extração de sal-gema. Em 2010, estudos mostraram que áreas da cidade estavam afundando a uma taxa de até 6 centímetros, por ano, devido à retirada do mineral, realizada pela petroquímica Braskem. Especialistas apontam que o afundamento foi causado pela retração do solo devido à operação, que comprometeu infraestruturas urbanas e colocou em risco a população local.

Foto: Ariel Costa

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