Publicidade
window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

Está tramitando na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o Projeto de Lei (PL) nº 63/2022, de autoria do presidente da Casa, deputado Roberto Cidade (PV), que assegura às mulheres vítimas de violência doméstica o direito de serem informadas acerca da soltura ou relaxamento de medida protetiva de seus agressores.

De acordo com a propositura, a informação prévia deve ser expedida pela autoridade judicial responsável pela soltura do acusado por escrito e entregue por meio físico ou eletrônico.

Segundo Roberto Cidade, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) já prevê a notificação da vítima dos atos processuais relativos ao agressor, mas não detalha como deve ser essa comunicação.

“Este Projeto de Lei tem a proposta de regulamentar, no Amazonas, a notificação já prevista na legislação federal. Sabemos que as medidas de proteção previstas na Lei Maria da Penha são temporárias e é justo que quem sofreu agressão seja notificada até mesmo para ficar alerta e se proteger. Infelizmente, casos assim ainda são comuns no Brasil”, afirmou.

Número alarmante

Estudo encomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e publicado na revista científica The Lancet revelou que uma em cada quatro mulheres já sofreu violência doméstica no mundo.

O levantamento foi realizado em 161 países entre os anos de 2000 e 2018.

A análise dos relatos indica que 27% das mulheres com idades entre 15 e 49 sofreram violência doméstica pelo menos uma vez na vida, com uma a cada sete (13%) sofrendo episódios em 2018.

Share.
Leave A Reply

Exit mobile version