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Ao menos seis mulheres prestaram depoimento contra o médico radiologista Martinho Gomes de Souza Neto, acusado de abusar sexualmente de pacientes durante exames em uma clínica de Copacabana, Rio de Janeiro.

O homem foi preso na última quarta-feira (1°/3), e teve audiência de custódia realizada na sexta-feira (3/3), quando a prisão foi mantida. As denúncias se intensificaram após a influenciadora digital Cris Silva prestar queixa contra o médico em uma delegacia.

A mulher, de 26 anos, mora nos Estados Unidos e foi passar férias no Rio de Janeiro. Ela foi até a clínica para fazer uma mamografia, mas foi convencida pelo médico a também realizar um exame ginecológico, que estava marcado para outra data.

De acordo com o portal Uol, em depoimento à polícia, Cris explicou que o médico disse ter identificado um cisto e pediu que ela se estimulasse sexualmente para que ele pudesse visualizá-lo.

“Ele falou que eu precisava me estimular. Eu falei que não queria mais fazer o exame e ele segurou no meu braço e disse que ia terminar”, afirmou. Em outro momento, o médico chegou a questionar se a paciente “estava gostando”.

“Ele perguntou se eu estava gostando. Eu questionei: o que você falou? Quando olhei para as mãos dele, vi que ele não estava usando o aparelho para examinar. Ele estava me masturbando com a mão”, afirmou a vítima.

Cris relatou que o médico colocou uma cadeira contra a porta para impedir a saída. Em determinado momento, alguém bateu na porta e a vítima aproveitou para ir ao banheiro vestir a roupa.

Denúncia

Segundo o relato, funcionários da clínica teriam entrado na sala após baterem na porta pela segunda vez. Irritada, uma delas questionou o motivo de não ter aberto a porta e a demora para a realização do exame.

A vítima saiu da sala e pediu ajuda, mas os funcionários da clínica teriam pedido que ela não chamasse a polícia. A mulher foi até o banheiro e ligou para o namorado, que acionou a Polícia Militar. O médico foi preso em flagrante na 12ª Delegacia de Polícia Civil, em Copacabana.

Nas redes sociais, a rede Clínica da Cidade disse lamentar e repudiar “qualquer episódio de violência contra a mulher”. “Reforçamos que este é o único caso registrado em nossos 20 anos de atividade”, publicou a empresa.

Fonte: Metrópoles

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