window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

O candidato ao Governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD), defendeu medidas de adaptação às mudanças climáticas para enfrentar dois problemas que atingem de formas diferentes a população do Estado: o aumento do calor nos centros urbanos e os períodos extremos de seca e cheia no interior.

Em Manaus, Omar defende a ampliação da arborização como uma das estratégias para reduzir os efeitos das altas temperaturas e das ilhas de calor. Para o interior, a proposta é antecipar ações de abastecimento, saúde e logística para impedir que comunidades fiquem isoladas ou sem acesso a produtos e serviços essenciais durante os extremos dos rios.

As medidas estão previstas no plano de governo e incluem ainda prevenção e combate a incêndios, recuperação de igarapés, drenagem urbana e um programa específico de resiliência hídrica.

Árvores e menos calor em Manaus
Omar chamou atenção nesta semana para os efeitos das altas temperaturas e da fumaça sobre a população de Manaus. Para o candidato, a preparação da cidade para eventos climáticos extremos passa pela ampliação das áreas verdes e por intervenções que ajudem a reduzir a temperatura no ambiente urbano.

Uma das propostas do plano de governo é a implantação do Programa de Arborização Urbana e Mitigação de Ilhas de Calor, voltado ao aumento da cobertura vegetal e à redução dos efeitos das altas temperaturas.

A estratégia não se limita ao plantio de árvores. O plano prevê ações de recuperação de igarapés, renaturalização de margens fluviais em áreas urbanas críticas e elaboração de planos municipais de drenagem com soluções baseadas na natureza.

Na prevenção às queimadas, estão previstos planos municipais de prevenção e combate a incêndios nos 62 municípios, além da ampliação do monitoramento com drones, câmeras e satélites.

“Muitos desses focos de incêndio que causam fumaça são criminosos, mas outros são acidentais. Por isso, precisamos fazer parcerias com os governos federal, estadual e municipais para buscar soluções efetivas”, afirmou Omar.

Seca e cheia exigem preparação no interior
Se nas cidades o desafio envolve calor e falta de áreas verdes, no interior os extremos dos rios produzem outro tipo de problema. Durante as secas mais severas, a redução da navegabilidade pode dificultar o deslocamento de pessoas e o transporte de alimentos, medicamentos, água e outros produtos essenciais.

Nas cheias, comunidades também podem enfrentar dificuldades de acesso, danos à infraestrutura e problemas de abastecimento. Para Omar, a resposta do poder público precisa começar antes de a situação chegar ao ponto crítico.

“Vamos nos preparar porque é possível. Vamos levar remédio, alimentação e água potável. Com parceria das prefeituras do interior é possível ajudar e ter um programa de prevenção para seca e cheia”, afirmou.

O plano de governo prevê a criação do Programa de Resiliência Hídrica do Amazonas, com sistemas de armazenamento de água, logística emergencial e ações de saúde pública para os períodos de seca e cheia extremas.

A proposta é mapear antecipadamente as comunidades e regiões mais vulneráveis e organizar a estrutura necessária para garantir abastecimento e atendimento durante os períodos críticos.

O planejamento também inclui a atualização do Plano Estadual de Mudanças Climáticas, com inventário de emissões, plano de contingência e mapeamento intermunicipal das áreas expostas a secas, cheias, ondas de calor e outros eventos extremos.

Para Omar, a adaptação às mudanças climáticas deve considerar as diferenças territoriais do Amazonas. Na capital e nos centros urbanos, a prioridade é reduzir os efeitos do calor e melhorar a infraestrutura ambiental. No interior, o planejamento deve garantir que a subida ou a descida extrema dos rios não deixe comunidades sem transporte, alimentos, água, medicamentos e acesso aos serviços públicos.

Imprensa Omar Aziz
Fotos: Tadeu Rocha
Texto: Marhia Edhuarda Bessa

Share.

Comments are closed.

Exit mobile version