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    Início » MPAM ajuíza Ação Civil com pedido de ressarcimento por dano ao município de Itamarati
    Amazonas

    MPAM ajuíza Ação Civil com pedido de ressarcimento por dano ao município de Itamarati

    GUILHERME MORAESBy GUILHERME MORAES11 de julho de 2022Updated:13 de fevereiro de 2023Nenhum comentário2 Mins Read
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    O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio da Promotoria de Justiça de Itamarati, ajuizou, na última quinta-feira, 7, uma Ação Civil Pública (ACP), com pedido de ressarcimento por danos ao tesouro público do município de Itamarati, no valor de R$ 185 mil, decorrente de preços mal dimensionados em licitação.
    Conforme MPAM, foi pago em Processo Licitatório no valor de R$ 419 mil com a finalidade de adquirir tablets para atender as escolas da rede municipal de ensino.

    A Secretaria Municipal de Educação, que solicitou a licitação, realizou uma pesquisa de preço de mercado, que deveria resultar no valor de R$ 419 mil, conforme licitação do tipo “menor preço por item”.

    A empresa ganhadora da licitação – JS Comércio de Artigos de Armarinho Eirelli, conseguiu um valor compatível e gerou uma economia de R$ 52 reais, mas a modalidade “menor preço por item” não chegou a ocorrer, visto que, o valor dos 260 tablets estava acima do valor máximo de mercado – R$ 713, 20 por aparelho, gerando o rombo de R$ 185.432,00 aos cofres públicos.
    Conforme o promotor de Justiça Caio Lúcio Fenelon Assis Barros, titular de Itamarati, o caso foi descoberto por meio de consulta aos sites dos municípios.

    “Descobrimos o caso, nos sites dos municípios, verificando licitações e editais. Resolvemos investigar os valores e o objeto da licitação. Considerando que não foi comprovada existência do intuito de fraudar a licitação, então não há o que se falar sobre improbidade administrativa, conforme a nova legislação, que diz que será considerada improbidade apena, se houver comprovação de dolo”, explicou o promotor.

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