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Manaus – Uma denúncia grave está revelando a face oculta da hipocrisia no Amazonas. A deputada estadual Alessandra Campelo está no centro de uma história de perseguição implacável e ataques que fogem a qualquer limite ético. O alvo dessa ofensiva é a presidente do Virada Feminina do Amazonas, Cileide Mousallem, que, segundo as denúncias, vem sofrendo ataques morais com o objetivo claro de manchar sua imagem e sua trajetória de trabalho. O crime vai além da liberdade de opinião, pois ataca a honra ao utilizar as redes sociais como ferramenta para triturar a reputação pública de Cileide. Alessandra Campelo é acusada de dar palanque a mentiras ao repostar conteúdos falsos originalmente publicados pela jornalista Paula Litaiff, na Revista Cenarium. Esse material, apontado como “fake news”, serviria apenas para alimentar uma engrenagem agressiva de matérias distorcidas e comentários maldosos, sustentada pelo apoio de milícias digitais.

O que se observa não é um erro isolado, mas sim um método articulado de perseguição. Esse padrão doentio de competição busca, por meio de conexões obscuras, deslegitimar quem realmente trabalha por causas importantes no estado. A estratégia de usar redes sociais para validar ataques e disseminar o ódio revela uma tentativa desesperada de silenciamento e destruição reputacional.

Esse jogo sujo agora está sob a mira da lei, uma vez que a agressividade das publicações ultrapassa qualquer barreira legal. A disseminação de conteúdos que ferem a dignidade feminina pode ser enquadrada em crimes como a misoginia, trazendo consequências sérias para as envolvidas. A pergunta que ecoa em Manaus é: até quando o discurso feminista será usado como fachada para camuflar ataques covardes contra outras mulheres? O caso de Cileide Mousallem não é apenas uma briga; é um atentado contra a dignidade de todas as mulheres que lutam por respeito.

Nota de apoio Em nota, a Associação Nacional de Jornalismo Digital manifestou repúdio veemente aos ataques direcionados à jornalista, publicitária e empresária Cileide Mousallem, diretora-presidente do portal CM7 Brasil e presidente da Virada Feminina no Amazonas. A entidade afirma que as publicações recentes ultrapassam os limites da crítica jornalística legítima e não demonstram compromisso com a apuração, a verdade ou a ética, afastando-se do verdadeiro exercício do jornalismo. A associação destaca que o jornalismo sério deve manter compromisso com a sociedade, a verdade e a responsabilidade, sem se submeter a ataques pessoais, insinuações ou conteúdos voltados apenas à exposição negativa de reputações. Segundo a nota, parte dos conteúdos mencionados tem sido veiculada por espaços digitais que perderam credibilidade ao longo do tempo e que passaram a atuar, na avaliação da entidade, como instrumentos de ataque e desinformação.

Por fim, a entidade ressalta o trabalho desenvolvido por Cileide Mousallem à frente da Virada Feminina, destacando ações voltadas ao apoio de mulheres em situação de vulnerabilidade, como assistência social, capacitação profissional e acolhimento psicológico. A Associação reforça solidariedade à jornalista e defende que práticas que desvirtuam o jornalismo sejam combatidas com responsabilidade e transparência.

fonte;cm7brasil

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