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Autoridades do México confirmaram na sexta-feira, 31, a captura do migrante acusado de ter provocado o incêndio que matou 39 pessoas em um centro de detenção de estrangeiros sem documentos em Ciudad Juárez, na fronteira com os Estados Unidos. Até o momento, foi anunciada a prisão de cinco dos supostos responsáveis pela tragédia, ocorrida na noite de segunda-feira. Não foi especificado se o migrante era uma destas pessoas. Falta ser executada a captura de um segurança privado, informou em entrevista coletiva a promotora especializada em Direitos Humanos, Sara Irene Herrerías, que não revelou a nacionalidade nem o nome do migrante suspeito de ter incendiado colchões na cela que compartilhava com 67 pessoas, em meio a um protesto motivado por uma possível deportação. Segundo a imprensa local, trata-se de um cidadão venezuelano. “Sobre o migrante, a prisão foi feita com a atenção consular do país de origem, uma vez que foi solicitado e nos foi concedido o mandado de prisão”, declarou a promotora.

A estação migratória foi fechada, anunciou na mesma entrevista a secretária de Segurança, Rosa Icela Rodríguez. O presidente Andrés Manuel López Obrador garantiu que o caso não ficará impune e viajou nesta sexta-feira a Ciudad Juárez para verificar o atendimento médico aos sobreviventes. Vários deles estão em estado grave, principalmente devido a “queimaduras graves nas vias respiratórias”, informou o Hospital Geral local, onde 11 dos 28 feridos estavam internados. A secretária de Segurança se comprometeu a investigar denúncias de violações dos direitos humanos cometidas por funcionários do Instituto Nacional de Migração.

Fonte: JP Notícias

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