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Famílias de baixa renda começaram a ser contempladas, em Manaus, pelo Programa Gás do Povo. A capital amazonense está entre as cidades incluídas na nova etapa da iniciativa federal, que amplia o acesso gratuito ao botijão de gás de cozinha para a população mais vulnerável.

No Amazonas, estimativas apontam que mais de 546 mil famílias se enquadram no perfil do benefício, o que mostra o alcance social que a política pode ter no estado, à medida que o programa avança. O gás de cozinha é um dos itens que mais pesam no orçamento doméstico e a iniciativa também contribui para reduzir o uso de alternativas mais precárias, como lenha e carvão, associadas a riscos à saúde.

A iniciativa converge com uma pauta que o senador Eduardo Braga (MDB-AM) vem defendendo há anos no Congresso Nacional. Em 2021, Eduardo Braga foi autor do PL 2.350/2021, que propunha subsídio para a compra do botijão de gás de 13 kg destinado a famílias inscritas no Cadastro Único e beneficiárias do BPC. A proposta já tratava o gás de cozinha como item essencial à dignidade das famílias.

O tema ganhou dimensão estrutural em 2023, quando Eduardo Braga atuou como relator da Reforma Tributária (PEC 45/2019) no Senado. No parecer apresentado, foi incorporado o mecanismo de cashback para o gás de botijão, prevendo a devolução de parte dos tributos pagos por famílias de baixa renda, como forma de reduzir o custo final do produto.

Para Eduardo Braga, a medida tem impacto direto na vida da população.

“Garantir o acesso ao gás de cozinha é garantir dignidade. Estamos falando de comida na mesa, de saúde dentro de casa e de alívio no orçamento de quem mais precisa. Essa sempre foi uma luta nossa: fazer com que políticas públicas cheguem de verdade à população mais vulnerável.”

A chegada do programa às capitais marca um novo momento na política de acesso ao gás de cozinha no país, ao unir proteção social e justiça tributária.

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