ava entre seus desejos.
Lesão encerrou carreira
Prichard Colón entrou invicto na luta contra Terrel Williams, em 17 de outubro de 2015. Na época, o boxeador tinha 16 vitórias, sendo 13 por nocaute.
Durante o combate, Prichard sofreu golpes repetidos na parte de trás da cabeça. Depois da luta, ele desmaiou e os médicos identificaram um hematoma subdural. O quadro exigiu uma cirurgia cerebral de emergência.
O ex-boxeador passou 221 dias em coma e não voltou a lutar. Desde então, a família acompanhou de perto sua recuperação e adaptação à nova realidade.

Família acompanhou Prichard
A mãe, Nieves Colón, assumiu parte importante dos cuidados do filho, enquanto Richard também permaneceu envolvido no processo. Durante os anos seguintes, o pai levava Prichard para passear em sua cadeira de rodas e lia para ele, mantendo a esperança de uma evolução neurológica.
Por isso, a viagem para Porto Rico ganhou um significado ainda maior para a família. Richard afirmou que tentou tornar o desejo possível, mas não conseguiu levar o filho de volta à ilha.
Família não divulgou causa da morte
Ao anunciar a morte, Richard afirmou acreditar que Prichard agora está “em um mundo melhor”. Ele também agradeceu o apoio recebido durante os anos de recuperação do filho e pediu orações pela família.
A mãe do ex-boxeador confirmou a morte à Telemundo Puerto Rico. Até a quinta-feira (13), a família não havia divulgado a causa específica ou as circunstâncias da morte.
Prichard construiu uma carreira promissora antes da lesão e deixou o boxe invicto. Aos 33 anos, sua trajetória chegou ao fim depois de mais de uma década marcada pelos cuidados da família e pela busca por qualidade de vida.


