Um acidente fatal registrado no município de Lábrea, no sul do estado, reacendeu o debate sobre a segurança no uso de motos aquáticas nos rios do Amazonas. O caso ocorreu no último domingo (19) e resultou na morte de um jovem de 25 anos.
De acordo com informações apuradas, a vítima estava em um flutuante aguardando a aproximação de uma moto aquática conduzida por um colega. Durante a manobra, o piloto perdeu o controle da embarcação e colidiu contra a estrutura. Com o impacto, parte da madeira se desprendeu e atingiu a cabeça do jovem, que sofreu traumatismo craniano grave. Ele chegou a ser socorrido e levado ao hospital da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.
Diante da tragédia, o deputado federal João Carlos (Republicanos), fez um alerta público e cobrou mais rigor na fiscalização e no uso responsável dessas embarcações. Segundo ele, o episódio evidencia a necessidade de medidas mais efetivas para evitar novos acidentes, especialmente em áreas com grande circulação de pessoas.
“O que aconteceu é um alerta. Precisamos de mais responsabilidade, fiscalização e regras claras para o uso dessas motos aquáticas”, afirmou.
O parlamentar destacou que já vem defendendo iniciativas voltadas à organização do tráfego nos rios, como a criação de faixas específicas de circulação, com o objetivo de reduzir riscos e aumentar a segurança.
João Carlos também reforçou a importância da responsabilização de quem aluga e de quem conduz motos aquáticas sem o devido preparo ou sem seguir normas básicas de segurança.
“Não podemos tratar isso apenas como lazer. Estamos falando de vidas. É preciso preparo, consciência e fiscalização”, pontuou.

