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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União – AP) deverá fazer a leitura do requerimento que oficializa a criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) nesta terça-feira (16/06) para investigar fraudes bilionárias no INSS.

O senador Omar Aziz (PSD) foi indicado por Alcolumbre para assumir a presidência do colegiado. No entanto, sua instalação ainda depende da escolha dos deputados e senadores que irão eleger quem será o presidente e o relator da comissão mista, o que só deve acontecer após os festejos juninos.

A CPMI deve ser formada por 15 deputados e 15 senadores titulares, com o mesmo número de suplentes. O prazo previsto para os trabalhos é de 180 dias.

A comissão vai apurar descontos indevidos em aposentadorias e pensões, prática que se intensificou a partir de 2019. O governo Lula e a oposição veem a CPMI como palco de disputa política.

Enquanto opositores buscam desgastar o Planalto, o governo pretende usar a comissão para demonstrar que o esquema teve origem durante o governo Bolsonaro.

A escolha de Omar Aziz para comandar os trabalhos seria estratégica, uma vez que o senador do Amazonas tem experiência e atuação marcante em CPIs anteriores.

Em 2021, Omar Aziz presidiu a CPI da Covid e ganhou projeção nacional pela condução firme dos depoimentos e pela resistência às pressões políticas.

Aziz é considerado experiente e habilidoso nos bastidores, características vistas como essenciais em um colegiado dividido entre aliados do Planalto e parlamentares da oposição.

Entretanto, embora mantenha proximidade com o governo Lula, o senador tem manifestado a aliados que atuará com independência, conforme adiantou o RealTime1 em maio quando seu nome foi escolhido por Davi Alcolumbre para presidir a CPMI.

Além de Omar Aziz, para tentar conter desgastes, o governo aposta em senadores com bom histórico em comissões, como Randolfe Rodrigues (PT-AP) e Fabiano Contarato (PT-ES).

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