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A jornalista Cláudia Maria Bayma Tavares, conhecida por sua trajetória marcante na Rede Amazônica, faleceu nesta sexta-feira, 6 de junho de 2025, aos 61 anos, no Rio de Janeiro.

A causa da morte foi um tumor cerebral, diagnosticado em setembro de 2024, após ela passar mal durante uma aula de spinning. Cláudia foi submetida a uma cirurgia, mas a remoção completa do tumor não foi possível, para preservar suas funções motoras.

Formada em Comunicação Social pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso, no Rio de Janeiro, Cláudia construiu uma carreira sólida e multifacetada na televisão.

Nos anos 1990, destacou-se como um dos rostos mais conhecidos da Rede Amazônica, afiliada da TV Globo na região Norte, onde apresentou programas como Amazônia em Revista e Amazônia Notícias.

Além de apresentadora, atuou como repórter, editora de texto, produtora de reportagens e conteúdo, e também exerceu funções de assessoria de imprensa em grandes empresas.

Cláudia acreditava que “todas as pessoas são importantes e têm talento”, enxergando no jornalismo uma ferramenta para ajudar indivíduos a descobrirem seus caminhos e potencialidades.

Sua trajetória foi marcada pela dedicação, sensibilidade e compromisso com a valorização do ser humano.

O velório será realizado neste sábado, 7 de junho, das 13h30 às 14h, na capela Pedra, localizada na Rua Monsenhor Manuel Gomes, 155, no Cemitério São Francisco Xavier, bairro do Caju, Rio de Janeiro.

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