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A China respondeu à reunião entre a presidente de Tawian, Tsai Ing-wen, e o presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Kevin McCarthy, mobilizando, nesta quinta-feira, 6, navios de guerra e um helicóptero antissubmarino nas águas próximas a Taiwan. “Estados Unidos e Taiwan conspiraram para reforçar suas relações, o que mina gravemente a soberania chinesa e envia um mau sinal de apoio aos separatistas taiwaneses”, lamentou Mao Ning, porta-voz da diplomacia chinesa. Embora Taiwan seja governado de maneira autônoma há mais de 70 anos, a China considera a ilha parte de seu território e defende a recuperação de seu controle em algum momento, inclusive pela força se considerar necessário. A líder taiwanesa ignorar as advertências de Pequim e se encontrou na quarta-feira, 5, em Los Angeles, com Kevin McCarthy, durante uma escala em seu retorno da Guatemala e de Belize, dois dos últimos aliados da ilha autogovernada. 

O republicano, segunda autoridade na linha de sucessão presidencial, disse que a “amizade entre o povo de Taiwan e os Estados Unidos são vitais para manter a liberdade econômica, a paz e a estabilidade regional”. O ministério das Relações Exteriores da China reagiu e prometeu “medidas firmes e eficazes para salvaguardar a soberania nacional e a integridade territorial”. Sob o princípio de “uma só China”, a princípio reconhecido pelos Estados Unidos, Pequim se opõe a qualquer relação formal entre os governantes de Taiwan e os de outros países. Os norte-americanos reconheceram Pequim em 1979, mas são um importante aliado de Taiwan e seu maior fornecedor de armas.

Horas antes do encontro, a China deslocou um porta-aviões para as proximidades da ilha. O ministério da Defesa de Taiwan anunciou a detecção de três navios de guerra e um helicóptero que atravessaram a zona de identificação de defesa aérea da ilha. “As Forças Armadas monitoraram a situação e acionaram os aviões da patrulha aérea de combate, navios da Marinha e sistemas de mísseis terrestres para responder às atividades”, afirma em comunicado ministerial. Antes de deixar os Estados Unidos, Tsai disse que o Departamento de Segurança Nacional da ilha acompanha de perto a situação. “Nossa ação consiste em garantir uma navegação segura em alto-mar para nossos navios e impedir a ingerência chinesa em nossas águas territoriais”, disse ela, depois de as autoridades chinesas terem ameaçado fazer inspeções a navios de carga e de passageiros.

Nesse sentido, os Estados Unidos disseram hoje à China que escolha a “diplomacia”, em vez da “pressão militar” sobre Taiwan.”Continuamos pedindo a Pequim que ponha fim à sua pressão militar, diplomática e econômica contra Taiwan e, em seu lugar, participe de uma diplomacia construtiva”, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Vedant Patel, à imprensa. “Continuamos comprometidos com manter os canais de comunicação abertos para evitar o risco de qualquer tipo de erro de cálculo”, acrescentou Patel.

Fonte: JP Notícias

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