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Entre fevereiro e março deste ano, todas as capitais tiveram aumento no valor da cesta básica. As elevações mais importantes ocorreram em Manaus (7,42%), Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo Horizonte (6,44%), Aracaju (6,32%), Natal (5,99%), Cuiabá (5,62%), João Pessoa (5,53%) e Fortaleza (5,04%).

Dentre as elevações, destaque fica para o tomate. O alimento aumentou em todas as cidades e as elevações ficaram entre 0,72%, em São Luís, e 46,92%, em Maceió. A menor oferta e a perda de parte da colheita pelas chuvas explicaram as altas.

As chuvas também trouxeram impactos na colheita da batata, reduzindo a oferta do tubérculo. O preço do alimento aumentou em todas as cidades do Centro-Sul (cidades onde o tubérculo compõe o conjunto básico alimentício), entre fevereiro e março. As elevações oscilaram entre 5,54%, em Belo Horizonte, e 22,24%, em Vitória.

Já as cotações do feijão subiram em todas as praças analisadas, com oscilações entre 1,68% em Curitiba e 21,48% em Belém. A alta nos preços da leguminosa pode ser explicada por dificuldades na colheita, aliada a uma redução da área semeada.

Os dados estão na Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela parceria entre a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

(*) Com informações do governo federal

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