Publicidade
window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

Há exatos 27 anos, no dia 2 de março de 1996, o Brasil era surpreendido com a morte trágica de Dinho, Júlio Rasec, Bento Hinoto, e dos irmãos Samuel e Sérgio Reoli, os Mamonas Assassinas, em um acidente aéreo. Como forma de homenagear a banda, o artista Hidreley Diao usou a inteligência artificial para “fotografá-los”.

“Viajei no tempo e os fotografei”, escreveu ele na legenda de um carrossel de fotos no Instagram.

Impressionados com o resultado, fãs pediram para Diao produzir uma série de como os músicos estariam atualmente. “Que perfeição! Era incrível se fizesse como eles estariam hoje em dia”.

“Eu infelizmente tinha só 8 anos e não pude vê-los ao vivo, mas até hoje sou apaixonada pela energia deles. Que falta a alegria deles faz para o mundo”, disse outro internauta.

Acidente

O sucesso dos Mamonas Assassinas foi interrompido quando o avião que transportava a banda caiu na Serra da Cantareira, em São Paulo. A última apresentação do grupo, que teve uma carreira curta, foi em Brasília no dia 2 de março de 1996. O avião tinha como destino o Aeroporto de Cumbica em Guarulhos, São Paulo.

Embora rumores na época tenham apontado para falhas técnicas e até a hipótese (absurda) de um dos integrantes da banda estar pilotando a aeronave, o Departamento de Aviação Civil deu seu parecer quase um mês depois do ocorrido: o piloto teria cometido um erro.

Fonte: Metrópoles

Share.

Comments are closed.

Exit mobile version