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Justiça concedeu a liberdade provisória a outras nove pessoas, também suspeitas de cometer o crime de estelionato, após suspeita de venderem imóveis inexistentes.

Em audiência de custódia, o Tribunal de Justiça do Amazonas converteu a prisão em flagrante para preventiva de Emerson Sousa Mota, 23, e concedeu a liberdade provisória a outras nove pessoas, também suspeitas de cometer o crime de estelionato, após suspeita de venderem imóveis inexistentes.

De acordo com o TJ-AM, o Juízo de Plantão da Audiência de Custódia no último sábado (7), apesar de conceder a liberdade, impuseram algumas medidas cautelares como: a proibição de se ausentar da cidade de Manaus, a proibição de aproximar-se ou manter contato com vítima e testemunhas, proibição de ausentar-se do perímetro residencial no período noturno, dentre outras obrigações.

Em relação a Emerson, por ter sido acrescentado os crimes de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e associação criminosa, teve a prisão preventiva decretada onde foi encaminhado para a Central de Recebimento e Triagem (CRT), na BR-174, onde foi encaminhado para uma unidade prisional.

DELEGACIA LOTADA

Na manhã da última sexta-feira (6) cerca de 50 pessoas que foram vítimas da quadrilha, compareceram na sede do 17º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no bairro Redenção, na zona Centro-Oeste da capital, para oficializar a denúncia contra o grupo.

As histórias eram as mesmas, a promessa de uma casa em um valor mais baixo no mercado, com entrada e parcelamento facilitados, mas no final, recebiam a notícia que não receberiam as chaves. Os prejuízos das novas vítimas do grupo criminoso eram os dos mais variados: iam de R$ 9 mil a mais de R$28 mil.

RELEMBRE O CASO

A quadrilha que trabalhava pela  empresa Grupo Smart foi presa na tarde da última quinta-feira (5) por suspeita de estelionato, na Rua Gergelin, bairro Chapada, zona centro-oeste de Manaus. Materiais de escritório, um carro de luxo, dinheiro em espécie, celulares e uma arma de fogo foram apreendidas.

De acordo com o delegado Gersson Aguiar, titular do 17° DIP, a empresa replicava postes de vendas de imóveis em redes sociais e aplicativos de compras, como se fossem deles e anunciavam estes imóveis, abaixo do valor mercado e com inúmeras facilidades.

Fonte: A acrítica

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