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O Amazonas registrou um aumento de crimes contra a comunidade LGBTQIAPN+. Com 43 registros em 2022, o estado apresentou alta de casos de lesão corporal e estupro. Já casos de homicídio doloso tiveram uma queda de 42%.

O levantamento é realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública desde 2007, tendo por base dados e indicadores oficiais. Os dados referentes a 2022 foram divulgados na quinta-feira (20).

No levantamento, o estado teve um aumento nos crimes de lesão corporal e estupro. Apesar da alta nesses dois crimes, o Amazonas apresentou queda na taxa de homicídios doloso (que o autor tem a intenção de assassinar a vítima).

Seis estados não têm informações sobre os crimes contra pessoas LGBTQIA+ no documento: Acre, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo. No Brasil, os homicídios de pessoas LGBTQIA+ somaram 163 casos em 2022.

Lesão Corporal Doloso

A pesquisa feita pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, mostrou que o Amazonas registrou um aumento de 61% entre os anos de 2021 e 2022 nos crimes de lesão corporal doloso (quando o autor tem a intenção de agredir) contra a comunidade.

Estupro

De 2021 até 2022, o estudo apresentou que o estado demonstrou um aumento de 500% na taxa nos crimes de estupro contra a comunidade LGBTQIAPN+.

Homicídio doloso

Na contramão das duas taxas anteriores, de 2021 a 2022, o estado registrou uma queda de 42% nos crimes de homicídio contra pessoas LGBTQIAPN+.

Manaus

Manaus aparece na lista das 50 cidades mais violentas do país, com uma taxa de 53,4 mortes por 100 mil pessoas. A capital ocupa a 23º posição no ranking.

Violência no país

Em 2022, o Brasil registrou 47.508 mortes violentas intencionais (MVI). Essa categoria foi criada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) que agrega as vítimas de homicídio doloso (incluindo feminicídios e policiais assassinados), roubos seguidos de morte, lesão corporal seguida de morte e as mortes decorrentes de intervenções policiais.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o número só é maior do observado em 2011, primeiro ano da série histórica monitorada pelo FBSP.

Fonte: G1 Amazonas
Foto: Reprodução

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