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    Início » Relatório diz que cientista fraudou estudo milionário sobre Alzheimer
    Saúde

    Relatório diz que cientista fraudou estudo milionário sobre Alzheimer

    Pesquisador de Nova York conseguiu obter cerca de 500 milhões de dólares para financiar pesquisas que tiveram testes manipulados.
    GUILHERME MORAESBy GUILHERME MORAES18 de outubro de 2023Nenhum comentário2 Mins Read
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    De acordo com um relatório feito pela Universidade da Cidade de Nova York (CUNY) divulgado nesta terça (17/10), o neurocientista Hoau-Yan Wang adulterou as imagens usadas em artigos de pesquisa de medicamentos contra o Alzheimer.

    O objetivo dele, suspeitam os responsáveis pelo parecer, era fazer com que os tratamentos parecessem mais efetivos e ganhassem mais financiamento. Ao todo, Wang recebeu cerca de 500 milhões de dólares para ajudar nas pesquisas.

    No relatório, Wang se defendeu dizendo que não adulterou as imagens, mas diz não ter mais os dados originais da pesquisa para provar que não cometeu as faltas éticas.

    Segundo o jornal The New York Times, ao menos 20 artigos acadêmicos publicados pelo pesquisador tiveram seus resultados maquiados para atrair mais interesse de investidores. De acordo com a CUNY, a corrupção do neurocientista foi tão grande que não é possível determinar quais são os reais efeitos do simufilam, remédio que Wang pesquisava.

    Remédio prometia barrar o Alzheimer

    O simufilam era uma droga promissora para combate ao Alzheimer e, em teoria, era capaz de reduzir o acúmulo de placas de proteína no cérebro relacionado à formação dos quadros de demência.

    O remédio já estava em sua fase 3 de estudo clínico, a última necessária para aprovação de um medicamento, quando dois cientistas revelaram a suspeita de que os dados da pesquisa haviam sido adulterados.

    Com a comprovação da prática antiética, as revistas acadêmicas que publicaram as primeiras pesquisas sobre o simufilam fizeram revisões com retratações e desacreditando os dados, inviabilizando o uso das informações.

    Em interrogatório interno, o cientista alegou que os investimentos recebidos foram usados para o desenvolvimento da pesquisa e que ele não teve enriquecimento pessoal.

    Fonte: Metrópoles
    Foto: Reprodução

    Alzheimer
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