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A área de Tecnologia da Informação (TI) é uma das que tem um dos caminhos mais longos para alcançar a equidade de gênero. No Brasil, só 20% dos profissionais de TI são mulheres, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e, por outro lado, a parcela feminina da população nacional supera a marca de 52,5%. Esse quadro se repete em outros países e tem incentivado uma série de empresas a realizar ações direcionadas à modificar esse cenário. Às vésperas do Dia Internacional da Mulher (8 de março), a boa notícia é que algumas têm obtido resultados relevantes nesse sentido, em especial em posições de liderança.

Um exemplo é o  UnitedHealth Group Brasil, que realiza a iniciativa Mulheres na TI. Em 2022, a ação  alcançou o aumento em 5% do percentual feminino em posições de gestão da área, passando de 18%, em janeiro, para 23%, em outubro. Também houve um aumento de 1% (de 25% para 26%) da quantidade de mulheres na soma de todas as posições de TI. Essa última era, na verdade, a meta principal estabelecida no início do ano passado.

“O crescimento de 5% nas posições de liderança acabou sendo consequência desse objetivo de aumentar a presença feminina em geral em TI e de outros que tínhamos estabelecido para alcançar isso, como capacitação em diferentes áreas de conhecimento (como marca pessoal, storytelling e inglês); divulgação de programas corporativos como os Grupos de Diálogo e treinamentos diversos; e o incentivo à inscrição em vagas internas”, explica Rosane Ricciardi, diretora de Informações Gerenciais do UnitedHealth Group Brasil, a companhia que controla as operadoras de saúde Amil e Amil Dental e a rede médico-hospitalar Americas.

Este ano, o objetivo da iniciativa é seguir crescendo com a presença feminina em TI e um dos caminhos é buscar o apoio masculino através da replicação do programa #ElesPorElas, ação liderada pela Organização das Nações Unidas pela equidade de gênero. E, também, ao trabalhar ainda mais alinhada com o Nós por Elas, um dos seis Grupos de Diálogo do UnitedHealth Group Brasil, com o foco em equidade de gênero. Os demais são: Caleidoscópio (diversidade cultural), Pride (LGBTQIAP+), Nossas Gerações (diversidade inter geracional), Melanina (equidade étnico-racial) e + Eficiente (pessoas com deficiência).

“Equidade, não só de gênero, assim como Inclusão e Diversidade, precisam ser temas recorrentes durante todo o ano nas pautas das organizações. Esse pensamento, que realizamos no UnitedHealth Group Brasil, certamente contribuiu para os resultados alcançados pela iniciativa Mulheres na TI. Constantemente, buscamos influenciar e incentivar as mulheres para que avancem em suas carreiras, em todas as áreas de nossa empresa”, afirma Ricardo Burgos, vice-presidente de Pessoas e de Segurança Corporativa do UnitedHealth Group Brasil. 

Para evidenciar o Dia Internacional da Mulher, o UnitedHealth Group Brasil promoverá no dia 15 de março, para todas as suas pessoas colaboradoras, a live “Assédio no trabalho: o que é e como combater”, apresentada pela delegada Jacqueline Valadares. Ela é coautora do livro “Combate à Violência Contra a Mulher: medidas protetivas – Lei Maria da Penha” e presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo.

 

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