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A Comissão de Assuntos Econômicos apresentou nesta quarta-feira o seu plano de trabalho para iniciar apurações referentes ao escândalo do banco Master. O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, é um dos 15 membros desta subcomissão.

Conforme o plano apresentado pelo presidente do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL), a comissão fará diligências, solicitará documentos e requisitará audiências de suspeitos, de autoridades e de agentes envolvidos nas investigações para ajudar a elucidar as irregularidades cometidas pelo banco de Daniel Vorcaro.

Na terça-feira, um grupo de senadores se reuniu com o presidente do Tribunal de Contas da União, Vital do Rêgo, para debater o tema. Na tarde desta quarta, os senadores se encontram com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Nos próximos dias, haverá a tentativa de encontros com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, e com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para debater o tema.

Além de Braga, ainda estão na subcomissão os senadores: Fernando Farias, Esperidião Amin, Damares Alves, Randolfe Rodrigues, Alessandro Vieira, Leila Barros, Soraya Tronicke, Omar Aziz, Humberto Costa e Hamilton Mourão. Os suplentes serão: Fernando Dueire, Jorge Kajuru, Nelsinho Trad e Eliziane Gama.

“Não investigar, fechar os olhos, simular, não são opções desta comissão, uma mais relevantes do Senado Federal. O pântano extenso do Banco Master é a maior fraude bancária da história brasileira e diante da gravidade, da magnitude dos lesados deve ser encarada de frente doa a quem doer”, disse o senador Renan.

Quando o escândalo veio à tona, no fim do ano passado, Eduardo Braga já havia reforçado a necessidade de se apurar o caso pela dimensão que ele tinha. Há suspeita de fraudes que podem superam R$ 50 bilhões. “O banco Master era uma tragédia anunciada”, sintetizou Braga.

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