Publicidade
window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

Vítimas da etnia Sateré-Mawé foram esquartejadas em Barreirinha; principal suspeito é o próprio irmão, que teria agido sob influência de um tio.

Barreirinha – Os corpos das crianças indígenas assassinadas foram devolvidos à Aldeia Castanhal, território da etnia Sateré-Mawé, no município de Barreirinha, a 331 quilômetros de Manaus. As vítimas passaram por perícia no Instituto Médico Legal (IML) de Parintins, localizado a 369 quilômetros da capital.

Imagens compartilhadas em aplicativos de mensagem mostram dois caixões sobre cadeiras, com algumas pessoas ao redor, momento em que os corpos retornavam à aldeia.

Segundo informações da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), as crianças foram esquartejadas dentro de uma residência na comunidade. O principal suspeito é o irmão das vítimas, um adolescente de 17 anos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o jovem afirmou ter cometido o crime a mando de um tio, identificado apenas como Valdecir.

O adolescente foi transferido para Parintins, chegando à cidade por volta das 22h40.

Investigação
As autoridades investigam o caso. De acordo com o suspeito, o tio nutria raiva dele e das crianças, estava armado e teria feito ameaças, ordenando que o adolescente cometesse o crime. Por outro lado, a mãe das vítimas relatou que o jovem estava sob efeito de drogas no momento do crime.

Share.

Comments are closed.

Exit mobile version