Senador apresentou propostas para zerar a fila do SISREG, ampliar maternidades, reforçar a segurança e fazer avançar obras e investimentos no Amazonas
O senador Eduardo Braga (MDB-AM), candidato à reeleição com o número 155, levou para o debate da Rede Amazônica os problemas que mexem diretamente com a vida do amazonense: demora na saúde, falta de maternidades, segurança, BR-319, queimadas, emprego e defesa da Zona Franca de Manaus.
Durante o programa, Braga falou do que já fez, do que está em andamento e das propostas que pretende continuar defendendo no Senado.
Saúde: SISREG, maternidades e cuidado com as mulheres
A saúde ganhou espaço importante no debate. Braga reforçou o compromisso de zerar a fila do SISREG em 100 dias, com contratação de serviços e mutirões para ampliar consultas especializadas, exames e cirurgias.
A proposta é juntar esforços do Estado com recursos federais e emendas parlamentares para atender quem hoje passa meses esperando por atendimento.
Braga afirmou ainda que já destinou R$ 1,4 bilhão para a saúde do Amazonas, com recursos para UBSs, medicamentos, equipamentos e unidades de atendimento na capital e no interior.
Outro ponto defendido foi a construção de novas maternidades em Manaus e nos municípios. Braga lembrou investimentos feitos quando foi governador, como a reforma e ampliação da Maternidade Chapot Prévost, além da Maternidade Ana Braga e do Instituto da Mulher Dona Lindu.
Para as mulheres, também defendeu mais atendimento ginecológico, prevenção ao câncer do colo do útero, vacinação contra o HPV e ações mais firmes de enfrentamento ao feminicídio e à violência sexual.
BR-319 e novo porto: obras para tirar o Amazonas do isolamento
Na infraestrutura, Braga voltou a defender a BR-319 e destacou que a estrada já tem obras acontecendo.
Durante o debate, afirmou que o asfalto está caindo e que hoje são sete frentes de trabalho na rodovia, com serviços de pavimentação, recuperação e outras intervenções.
Braga relacionou a rodovia ao abastecimento, ao transporte de pessoas e mercadorias e à necessidade de acabar com o isolamento terrestre do Amazonas.
Também citou o novo Porto da Manaus Moderna, projeto conduzido pelo DNIT para melhorar o transporte de passageiros e cargas entre Manaus e o interior.
Para Braga, estrada e porto têm o mesmo objetivo: facilitar a vida de quem precisa viajar, trabalhar, transportar mercadoria e manter o Amazonas conectado.
Segurança nas ruas, nas fronteiras e proteção contra as queimadas
Na segurança pública, Braga defendeu delegacias funcionando 24 horas por dia, sete dias por semana, principalmente as especializadas.
Também falou em aumentar os efetivos das polícias Militar e Civil, equipar as guardas municipais e ampliar o patrulhamento nas comunidades.
Nas fronteiras, defendeu mais participação do Governo Federal, com efetivo e tecnologia para dificultar a entrada de drogas no Amazonas.
Braga também tratou das queimadas e da fumaça que chega a Manaus. A proposta é investir em brigadas de combate aos incêndios no interior, com bombeiros militares e civis atuando principalmente nas regiões mais atingidas pelo fogo.
Ele lembrou ainda políticas ambientais implantadas durante seu governo, entre elas o Bolsa Floresta, criado para incentivar a conservação e gerar renda para populações que ajudam a manter a floresta em pé.
Zona Franca, emprego e continuidade do trabalho
Na economia, Braga reforçou a defesa da Zona Franca de Manaus e lembrou sua atuação na reforma tributária para preservar os incentivos do modelo.
Segundo ele, garantir segurança para a Zona Franca significa atrair novas empresas, movimentar a economia e abrir mais oportunidades de emprego.
No encerramento do debate, Braga resumiu sua atuação com uma frase: “Eu fiz, eu faço, estou fazendo e vou continuar fazendo.”
Candidato à reeleição com o número 155, Braga apresentou o mandato como instrumento para manter projetos em andamento, buscar novos recursos para o estado e seguir atuando em Brasília nas pautas que considera fundamentais para a população amazonense.



