Informações recebeidas pelo Rio Negro Notícias e confirmadas pela Polícia Civil do Amazonas, apontam que o principal suspeito de matar a jovem Débora Alves, de 18 anos, o vigilante Gil Romero, retirou o bebê da barriga da vítima, que estava grávida de oito meses.
Gil teria dito aos policiais que usou uma faca de cortar pão para abrir a barriga de Débora e em seguida colocou a criança em uma sacola plástica com um barra de ferro e a jogou nas proximidades do Encontro das Águas, entre os rios Negro e Solimões.
“Confirmada a morte do bebê. O autor [Gil Romero] foi interrogado para delegacia de homicídios a chegamos conhecimento que após nos índices comparsa após tirar a vida da Débora, com uma faca de cozinha ele fez a remoção do bebê. Utilizou um saco de estopa pra fazer a ocultação do bebê, colocou diversos pedaços de ferro dentro do saco, em seguida ele foi até a direção do Porto Ceasa, pegou uma embarcação e jogou esse saco no meio do rio. Infelizmente a gente noticia que o bebê faleceu.”, informou o delegado Bruno Fraga.
O bebê era do sexo masculino e seria nomeado Arthur. Ele era fruto de um relacionamento extraconjugal entre Gil – que era casado com Ana Júlia – e a jovem Débora Alves.
A polícia acredita ser improvavel encontrar o corpo da criança devido as condições geográficas do local onde o saco foi jogado.
Vale lembrar que Ana Júlia (companheira de Gil) foi presa na tarde desta quinta (10). A polícia afirma que ela sabia do crime, mentiu em depoimento e ainda fugiu após o corpo de Débora ser encontrado. No entanto, não há convicção por parte dos investigadores da participação direta dela no assassinato de Débora.

