Publicidade
window.googletag = window.googletag || {cmd: []}; googletag.cmd.push(function() { googletag.defineSlot('/194553192/pmm_portaldomoraes', [[1, 1], [1140, 200], [300, 250], [970, 150], [300, 300], [1024, 100], [680, 180], [750, 200], [900, 100], [300, 600], [798, 136], [1000, 255]], 'gpt-passback').addService(googletag.pubads()); googletag.enableServices(); googletag.display('gpt-passback'); });

O agente penitenciário Francisco Aldimar Souza de Alencar, 39, morreu na madrugada de segunda-feira(14), na UPA Campos Sales, após supostamente ter sido envenenado pelos presidiários do Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT), que fica no KM 8 da BR 174, bairro Tarumã, zona norte de Manaus.

Segundo informações da família, o homem passou mal após o jantar e foi encaminhado para a unidade de saúde, mas não resistiu e morreu no hospital. Segundo relatório do Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi asfixia de origem a esclarecer.

Ainda segundo a família, o trabalhador pode ter sido envenenado por presidiários após ele negar envolvimento com os criminosos. O crime pode ter sido registrado por câmeras de segurança.

Em nota, A Seap informou que o agente é o prestador de serviço da empresa terceirizada RH MULTI, não morreu nas dependências da Unidade Prisional Antônio Trindade (Ipat), onde trabalhava. A Seap ressalta que o agente saiu da unidade prisional ao fim do seu expediente de trabalho e que o mesmo sequer jantou dentro da unidade, mesmo assim, a RH Multi solicitou análise pericial em todas as refeições disponibilizadas aos agentes. Dessa forma, foi instaurando sindicância para apurar os fatos e a terceirizada declara estar prestando toda a assistência aos familiares do agente.

Share.
Leave A Reply

Exit mobile version