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    Brasil

    Loja Marisa afasta funcionário após denúncia de racismo

    GUILHERME MORAESBy GUILHERME MORAES18 de janeiro de 2023Updated:13 de fevereiro de 2023Nenhum comentário3 Mins Read
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    As vítimas, duas irmãs negras, foram abordadas e revistadas por seguranças enquanto faziam compras em uma loja da rede em Aracaju (SE).

    A Loja Marisa comunicou, na terça-feira (17/1), que afastou o funcionário envolvido na denúncia de racismo por duas irmãs negras que frequentavam uma das unidades da rede em Aracaju (SE), no dia 16 de dezembro de 2022.

    As mulheres registraram um boletim de ocorrência para relatar o momento em que foram abordadas e revistadas por seguranças, sem motivo algum, no meio do estabelecimento. A defesa das vítimas alega caso de racismo, além de constrangimento ilegal.

    De acordo com a delegada Meire Mansuet, o inquérito foi instaurado no dia 16 de dezembro passado, com o objetivo de apurar a hipótese de que ambas foram acusadas de terem praticado furto na loja pelo fato de serem negras, conforme detalhou.

    Segundo a delegada, o inquérito está em fase de conclusão. “Será ouvida a representante legal da loja, e estamos reunindo as imagens das câmeras de segurança. Faremos o relatório final e encaminharemos à”, disse.

    Segundo Meire Mansuet, as pessoas apontadas como autoras do suposto crime de racismo são funcionárias da loja. “Estamos aguardando as imagens das câmeras de segurança para concluirmos as investigações”, acrescentou.

    A posição da Marisa

    “Após a apuração dos fatos, o funcionário envolvido foi desligado imediatamente. A Marisa lamenta o ocorrido e não compactua com qualquer atitude discriminatória e reforça que condutas como esta não refletem o posicionamento da empresa. Continuaremos empenhados na conscientização de todos os nossos funcionários, reforçando treinamentos em todas as lojas”.

    Outra denúncia e outra investigação

    Além desse caso, as irmãs também procuraram o Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil para comunicar outra prática de discriminação. “O crime teria ocorrido em um grupo do WhatsApp onde as vítimas foram discriminadas por outras pessoas”, disse a delegada Meire Mansuet, informando que o caso já está em investigação e que foi aberto um segundo inquérito policial para apurar essa nova denúncia.

    As duas irmãs que tinham acusado crime de racismo na Marisa no centro de Aracaju denunciaram, na sexta-feira (13), que estão sendo perseguidas e monitoradas por funcionários da loja onde tiveram as bolsas revistadas por policiais militares.

    As duas irmãs, a cunhada (que havia feito as filmagens do caso anterior) e o advogado delas foram acompanhados de representantes de entidades que defendem os direitos das pessoas negras ao Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV) da Polícia Civil para realizar a denúncia.

    De acordo com a cunhada, na segunda ida ao centro após o ocorrido, elas perceberam que estavam sendo seguidas. “Quando a gente já estava indo embora foi que a gente soube que estavam seguindo a gente. Estavam tirando fotos, já tinham divulgado”, disse ela.

    O advogado de defesa das vítimas, Giordano Silva, afirmou ter recebido prints de conversas de funcionários da loja em um grupo de Whatsapp que continha, inclusive, uma foto das vítimas. De acordo com ele, foi prestado um boletim de ocorrência contra um funcionário que estaria administrando o grupo e seria a mesma pessoa que acionou a Polícia Militar para revistar as mulheres.

    Fonte: F5News

     

     

     

    funcionário irmãs Marisa racismo
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